Mostrando postagens com marcador Fundamentalismo islâmico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fundamentalismo islâmico. Mostrar todas as postagens

20 de maio de 2015

E-book em homenagem ao Charlie Hebdo é disponibilizado gratuitamente na internet


"A mão livre - Humor depois de Charlie Hebdo", já se encontra disponível para download gratuito. Confira, abaixo, a sinopse da obra recém-lançada pela Companhia das Letras.

No dia 7 de janeiro, terroristas armados invadiram a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, e assassinaram doze pessoas, entre elas os cartunistas Tignous, Cabu, Honoré, Charb e Wolinski. O massacre foi uma resposta às provocações religiosas publicadas no Charlie, um jornal satírico e corrosivo que fez sua história com um humor sem concessões.

Nos dias seguintes, dezenas de artistas brasileiros e do mundo inteiro se manifestaram na imprensa e nas redes sociais. O que se viu foi uma pluralidade de vozes e pontos de vista. Houve homenagens e indignação, mas também debates acalorados sobre humor e religião, intolerância e xenofobia.

"A mão livre" nasceu de uma tentativa de dar conta dessa diversidade de opiniões. Mais do que uma homenagem ao Charlie, a proposta foi que os autores discutissem os limites da liberdade de expressão. Eles puderam escolher entre uma ou duas páginas e ficaram livres para mandar histórias, charges ou ilustrações. O resultado é um rico panorama do quadrinho brasileiro e do caleidoscópio de opiniões, certezas e incertezas que o massacre do Charlie Hebdo provocou.






19 de maio de 2015

Versão infantil da biografia de Malala Yousafzai sensibiliza crianças e adultos



“Eu tinha duas opções: a primeira era permanecer calada e esperar para ser assassinada. A segunda era erguer a voz e, em seguida, ser assassinada. Eu escolhi a segunda. Eu decidi erguer a voz.” Foi com essas palavras que a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, chamou atenção de todo o mundo. Nascida no Paquistão, a menina desafiou o grupo extremista Talibã ao divulgar, através de um blog, ideias que defendiam o acesso das mulheres à educação. Com isso, sofreu diversas ameaças e acabou sendo baleada na cabeça, dentro de um ônibus, quando voltava da escola.

Com o convite para escrever um livro sobre a trajetória de Malala, a jornalista Adriana Carranca viajou para o Paquistão e conferiu, de perto, os lugares onde a menina costumava frequentar. Conversou com seus vizinhos, colegas de escola e até com os médicos que a salvaram da morte. Hospedada na região, após alguns dias de pesquisa, a jornalista colheu dados comoventes, capazes de sensibilizar qualquer tipo de público. No entanto, a história, apesar de densa, dialoga mais com as crianças do que com os adultos, considerado o atual contexto em que vivemos. Foi quando surgiu a ideia de escrever um livro voltado para o público infantil. "A história comoveu pessoas de todas as idades, mas não tinha ainda sido relatada às crianças. É uma história de amor à escola e aos livros, mas também de igualdade e tolerância, importante de ser lida num momento em que as crianças convivem cada vez mais com as diferenças.", justifica a autora.

Com o título "Malala, a menina que queria ir para a escola", o livro ressalta a importância do incentivo aos estudos para a formação de uma sociedade igualitária, num mundo onde, muitas vezes, a educação é posta em segundo plano. Com ricas ilustrações de Bruna Assis Brasil, a obra foi lançada no último dia 16, em São Paulo, e já pode ser encontrada nas prateleiras de grande parte das livrarias do país.



Título: "Malala, a menina que queria ir para a escola"
Autora: Adriana Carranca
Ilustração: Bruna Assis Brasil
Editora: Companhia das Letrinhas
Páginas: 96
Preço: R$ 29,90